Os Macs baseados em silício da Apple podem se tornar obsoletos mais rapidamente do que seus predecessores Intel

Os Macs baseados em silício da Apple podem se tornar obsoletos mais rapidamente do que seus predecessores Intel

Com o suporte limitado da Apple para seus produtos baseados em silício, surge a preocupação sobre a utilidade a longo prazo desses dispositivos.

A transição da Apple para seus próprios chips de silício em seus Macs e MacBooks foi recebida com entusiasmo, prometendo melhor desempenho, eficiência energética e integração aprimorada entre hardware e software. No entanto, surge uma preocupação crescente sobre a vida útil desses dispositivos baseados em silício. Ao contrário dos Macs anteriores com chips Intel, os Macs baseados em silício podem enfrentar limitações significativas após o término do suporte da Apple. Neste artigo, discutiremos as implicações dessa mudança, a falta de compatibilidade com o Windows e as possíveis consequências para os usuários desses dispositivos.

Os Macs baseados em silício da Apple podem se tornar obsoletos mais rapidamente do que seus predecessores Intel

Suporte limitado e vida útil dos Macs baseados em silício:

A Apple é conhecida por fornecer suporte a seus produtos por um período de seis ou sete anos. No entanto, para os MacBook Air e Mac mini baseados em silício lançados no segundo semestre de 2020, isso significa que quase metade de sua vida útil já passou e resta saber se eles terão alguma utilidade após o segundo semestre de 2026.

Enquanto os antigos Macs baseados em hardware Intel ainda podem ser utilizados por muitos anos, a situação é diferente para os Macs baseados em silício. Com o passar do tempo, é provável que ocorram limitações de suporte de software e compatibilidade, o que pode reduzir significativamente a funcionalidade desses dispositivos.

Os Macs baseados em silício da Apple podem se tornar obsoletos mais rapidamente do que seus predecessores Intel

Falta de compatibilidade com o Windows:

Um dos principais pontos de preocupação é a falta de compatibilidade dos Macs baseados em silício com o sistema operacional Windows. Enquanto os Macs Intel podiam rodar o Windows através do Boot Camp, essa opção não está disponível para os Macs baseados em silício.

Embora existam projetos em andamento para trazer o suporte do Linux para o silício da Apple, eles ainda estão em estágios iniciais de desenvolvimento. Isso significa que os usuários podem enfrentar dificuldades ao tentar instalar outros sistemas operacionais além do macOS em seus dispositivos baseados em silício.

Consequências para os usuários:

À medida que o suporte da Apple para os Macs baseados em silício chegar ao fim, é provável que os usuários enfrentem problemas crescentes. Com o passar do tempo, os navegadores integrados, como o Safari, podem não conseguir carregar determinados sites, e o sistema operacional pode apresentar lacunas de segurança que não serão corrigidas.

Além disso, a falta de compatibilidade com o Windows significa que os usuários não poderão desfrutar da flexibilidade de executar aplicativos e jogos específicos do Windows em seus dispositivos baseados em silício.

Conclusão:

Embora os Macs baseados em silício da Apple tenham trazido melhorias notáveis ​​em desempenho e eficiência, é importante considerar suas limitações a longo prazo. Com o suporte limitado da Apple e a falta de compatibilidade com o Windows, esses dispositivos podem se tornar obsoletos mais rapidamente do que seus predecessores Intel.

Os usuários devem estar cientes dessas limitações ao tomar decisões de compra e considerar cuidadosamente o impacto potencial a longo prazo em relação ao uso e à funcionalidade dos Macs baseados em silício. À medida que a tecnologia avança e as necessidades dos usuários evoluem, é essencial avaliar com cautela as opções disponíveis e tomar uma decisão informada sobre qual dispositivo atenderá melhor às suas necessidades e expectativas.

Via NotebookCheck – Crédito da imagem: Simone Secci no Unsplash

Share this content:

Eduardo Rodrigues

Apaixonado por tecnologia, video-games e jornalismo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *